segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Castanhal é destaque no Campeonato Paraense Karatê Interistilos

O Campeonato Paraense de Karatê Interistilos trouxe a Castanhal durante este fim de semana (21 e 22), cerca de 200 atletas de Marabá, Parauapebas, Dom Eliseu, Ipixuna do Pará e Castanhal. O grande diferencial da competição foi a superação dos atletas para assegurarem um lugar no pódio. À frente do evento os caratecas castanhalenses Carlos Augusto e Nélio Souza, ambos coordenam o projeto social Zanchin, que participou do evento com 20 atletas do projeto e quatro da academia ASKATRA (Karatê Tradicional).  
De cinco anos à categoria máster houve competições em kata e kumite. “Este evento é um marco para Castanhal, para a arte. Penso que aqui, todos amam o karatê, desta forma ajudamos a construir e reconstruir a arte, pessoas, atletas. OSS!”, ressaltou o carateca Nélio Souza.
O presidente da Confederação Brasileira de Karatê Interistilos, Osvaldo Messias, destacou que vale a pena o poder público investir no esporte, nas artes márcias. Segundo ele, “hoje se gasta de R$ 1500 a 2500 com um detento. Com um professor de artes marciais você paga no máximo dois salários a um professor, e ele dará retorno, formando atletas e homens para a sociedade. Esse é o sentido do Karetê na essência: vencer com ética de mãos vazias”.
O evento contou com o apoio da SEMEL, PRINTER COPY E CTEM.
Por Haroldo Gomes










domingo, 22 de setembro de 2013

AGORA É A VEZ DO POVO PRESTAR CONTAS, OU DÁ EXPLICAÇÃO AO TRIBUNAL DE CONTAS.

Domingo é domingo porque é aquele dia em que a gente pode ler um pouco mais tranquilamente. Uma boa opção é Diário Oficial, do dia 19, em que o Tribunal de Contas dos Municípios - TCM convoca o nosso gestor a prestar esclarecimentos sobre a farra da INEXIBILIDADA, que nada mais é que a dispensa de processo licitatório para comprar com o dinheiro público ao preço que quiser, contratar quem bem entender e pagar o valor que que bem lhe entender. Quem deve fica com inveja ao tomar conhecimento disso é o vereador Rosimar Possidônio, que cobra prestação de contas há meses. O intrigante é que em quase todos os processos em que a Prefeitura tem que dá explicações aparecem as empresas de transporte Salve Maria e a Shok Produções e Eventos. De quem são essas empresas? Vejamos nos próximos capítulos de vale a pena VOTAR DE NOVO!
VEJA EDIÇÃO ELETRÔNICA, DO DIÁRIO OFICIAL, CLIQUE NO LINK E LEI-O!

http://www.ioe.pa.gov.br/diarios/2013/09/19.09.caderno.04.pdf

sábado, 21 de setembro de 2013

Castanhal pode sofrer epidemia de Dengue




 É neste prédio que já condenado pelo MP que funciona a coordenação de Endemias, antiga FUNASA.
Por Haroldo Gomes
De acordo com o que preconiza o Ministério da Saúde, o nível de controle de infestação do mosquito da Dengue é até 1%. Conforme números do Departamento Estadual de Controle de Endemias – DCE, divulgados em seu site, a situação de Castanhal é preocupante e inspira cuidados, já que este número hoje é de 3,6%. Índice muito alto, o que coloca a cidade em estado de alerta para uma epidemia da doença.
Um grupo de Agentes Comunitários de Endemias - ACE, da secretaria municipal de Saúde, que pediu para não ter seus nomes divulgados nesta reportagem, temendo retaliações. De acordo com eles, “o que falta mesmo em nosso setor é gestão”. “No mesmo período do ano passado, o índice de infestação estava controlado, ou seja, em 1%”. (Ver abaixo, comparação dos números).
Os agentes afirmam que o que está ocorrendo no setor é politicagem e perseguição em vez de trabalho. “Eles colocaram uma pessoa sem preparo e sem conhecimento para coordenar nosso setor, que exige alto grau de conhecimento técnico. Além disso, o coordenador que aí está (Sr. Elielson), é uma pessoa arrogante e insensível”.
Ainda de acordo com os ACE, “o que falta mesmo é gestão. Nosso grupo de trabalho até o ano passado era de 80 agentes e dávamos conta do trabalho. Hoje, nós somos 130. Os cinquenta que entraram no início deste ano, alguns vêm de outros municípios da região e, nem por isso, houve redução de índice”, lamentam.
Por enquanto, o setor de Endemias e a secretaria de Saúde podem segurar esses números e dizer que está controlado, isso porque as chuvas deram uma trégua.  Caso elas resolvam cair, como é típico em nossa região, é dado como certo uma epidemia de Dengue.
Outra reclamação do grupo é com relação ao fardamento usado durante o trabalho, de grande importância para a identificação nas residências. “Com a farda, somos facilmente identificados”, conclui.


CICLO/MÊS
2012
2013
 1º ciclo
1,6%    
3,2%
2º ciclo
1,3% 
4,9%
3º ciclo
2,4%                       
5,2%
4º ciclo
 2,7%                             
2,8%
5º ciclo
1,0%                             
3,6%
 6º ciclo
0,8%                              
**.  Ainda não atualizado.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A moeda caiu em pé!




Nem cara, nem coroa!

A moeda que o governo federal jogou no rumo da incerteza caiu em pé. E agora, presidente Dilma e, ministro da Fazenda, Guido Mantega?

A inflação está acima da meta que eles previram há cerca de um ano, o que vem reduzindo gradativamente o poder de compra dos brasileiros, em especial o paraense, além do aumento considerável do dólar ajudam a elevar os rumores de medo e dúvidas. A inflação é um termo da economia, é inanimado por que não pode ser visto até que se coloque a mão no bolso.

Neste sentido o brasileiro estava acostumado com o Real, nos últimos anos, a procura-lo, e ele estava lá. Firme e forte.

Em parte, a política econômica do governo petista foi pensada só na bonança e na estabilidade da moeda brasileira frente ao dólar; que se encontrava em baixa, devido à crise em que os EUA se encontravam. Mas eles se ergueram para desespero nosso!

Com taxas de juros baixas, redução de IPI de vários produtos – como eletroeletrônicos e veículos automotores - e ampliação de linhas de crédito e financiamentos elevaram uma falsa classe média a adquirir bens e imóveis para pagamento a longo prazo.

Com o revés, chegou a ressaca, as contas. Como honrar os compromissos se o dinheiro está escasso?

É evasivo e desesperador ouvir o discurso do ministro da Fazenda Guido Mantega, que tenta amenizar a onda de medo e especulação argumentando: “nós podemos garantir à dona de casa brasileira que ela não vai ter elevações extraordinárias em preços. Estaremos evitando aumentos. Não se preocupem. Estamos vigiando a inflação e ela não será obstáculo para que nós continuemos nossa trajetória de crescimento, mesmo com esses problemas cambiais”.

Crescimento que tem havido de concreto só na lista de pessoas negativadas nos órgãos de proteção ao crédito, como no SPC e a Serasa. A culpa é nossa, é bem verdade, nunca em nosso país o cidadão viveu um período de moeda estável e com poder de compra lá em cima. Deu até para fazer turismos na Europa.

Mas ainda há uma lição por ser feita: aprendermos mais sobre educação financeira, de como utilizar o dinheiro de forma racional. O tempo com ele foi curto. Voltar a minguar as compras no carrinho do supermercado todo início de mês é algo quase inaceitável que o brasileiro imagina que não volte mais.

Se as previsões dos economistas estiverem erradas, serão necessárias mais que mudanças de hábitos e costumes. Só se compreende a inflação na prática, que é quando dói no bolso na hora de consumir.
##Por Haroldo Gomes

“CASTANHAL É A ÚNICA CIDADE DO PAÍS QUE TEM DOIS GOVERNOS”


Na manhã desta quarta-feira (18), foi realizada mais uma sessão da Câmara de Vereadores. Na pauta pouca matéria para ser votadas, haja vista que, hoje o número de representantes é de 21. O ponto alto foi o pronunciamento do vereador Frango Zé, ele foi o terceiro orador a usar a tribuna da Casa, na parte regimental. Ele fez muitas denúncias e intitulou de desmandos várias ações do governo "Agora é a vez do Povo". Citou como exemplo o setor de transporte público, segundo ele, a cidade precisa de mais táxis. Ocasião em que apresentou Projeto de Indicação solicitando aumento da concessão de novos pontos para Castanhal; além de denunciar o que ele rotulou de “máfia” do transporte público escolar.

Como já usará todo o tempo disponível, suscitou à mesa diretora que lhe concedesse mais dois ou três minutos para concluir seu raciocínio. Assim sendo, veja o que ele falou:

“Senhor Presidente, imprensa e o povo aqui presente esta manhã, eu trabalhei com o dr. Titan em outros governos, mas nunca tinha visto a nossa cidade desta forma, completamente entregue a deus dará e dividida. É a única cidade do Brasil que tem dois prefeitos e ninguém sabe quem manda mais: de uma lado, Titan; de outro, Milton Campos. Onde já se viu, pra você ter acesso à saúde hoje, o cidadão ter que votar no Milton para deputado estadual, caso contrário morrerá à mingua. Enquanto isso, tem postos de saúde fechados, sem médico e medicamentos. A saúde é a que mais recebe recursos, pra onde tá indo esse dinheiro todo? É a maior roubalheira. Isso é uma vergonha! Mas não e só isso, Belém tem apenas dois Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Castanhal tem sete. A gente passa na frente, tem apenas o vigia, e todos em prédios com alugueis caros. EU TENHO PENA DESTE GOVERNO, EU TENHO PENA DO TITAN. Mas quero dizer que nós não podemos fechar os olhos, esta Casa tem 21 moradores e não podemos fazer vista grossa para tantos desmandos e coisas erradas neste governo”, finalizou.  

##Por Haroldo Gomes

terça-feira, 16 de julho de 2013

O ‘travesseiro’ é meu melhor amigo?

Por Haroldo Gomes

Não, não me reporto ao travesseiro como substantivo comum, mas a metáfora, para designar as pessoas pelas quais procuramos para confidenciar assuntos que ninguém mais pode saber além dela. Por mais que não admitamos, travesseiros como estes recebem outras nomenclaturas, isso devido o grau de confiança, afinal, não é qualquer pessoa que merece saber aquele segredo cabeludo. Nem mesmo o padre.
É comum ouvirmos muitas pessoas falarem que querem viver só, que não precisam de da companhia de alguém. Contrariando a lógica de que somos seres de necessidades e preparados para viver em sociedade, em coletividade. Deve ser o tempo, a dinâmica da sociedade contemporânea em que vivemos que trouxe estes novos conceitos.
Às vezes nem precisa ser algo tão complicado, mas que deve ser guardado como um segredo a dois. A namorada de seu amigo deu mole e você a pegou; ou você avançou o sinal e pegou a namorada de seu melhor amigo. Depois vem àquela sensação boa de pecado, de alívio, de superação. Mas e agora, com quem dividir este segredinho? Não contendo mais a euforia, socorre-se ao travesseiro: àquele amigo, ou amiga para contar àqueles detalhes que tanto lhes sufocam. 
O problema em situações como estas é que seu/sua amigo (a) tem um (a) amigo (a), que tem outra que é amiga do amigo e como aquela dinâmica do telefone sem fio, assim vai... E o segredo vai perdendo sua essência, com certo tempo ele vira um problemão. Isso dependendo do tamanho do segredo. Mas o fato é que ele deixa de ser segredo.
De qualquer forma, não se vive sem o travesseiro, é ele que nos socorre, e em linhas gerais nos diz:
- Poxa, você conseguiu!
Afinal, o troféu é justamente àquela besteirinha que você precisa se livrar para descarrego de consciência, até mesmo para massagear o ego, que é o caso mais comum.
Ação como esta é perfeitamente comum como condição humana. O que demonstra que até para aliviar nossa consciência mediante as falhas precisamos dividir com alguém, mesmo que não se leve em consideração o grau de parentesco ou amizade, o importante e liberar aquela ação boa ou má que tanto o incomoda. O certo que àquele travesseiro o qual colocamos a cabeça todas as noites e que seria o correto saber das traquinagens nossas de cada dia. Se assim o fosse, o universo humano seria ainda mais indecifrável e tantas fotos permaneceriam sem um desfecho ou sobre suas verdades.
Quem é o seu travesseiro?

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Há idade definida para se usar tênis?


        Por Haroldo Gomes
Esta crônica não é nenhuma campanha de marketing, ou mesmo merchandising ao calçado que até virou canção na voz inconfundível de Cássia Eller, embora a composição seja do ex-Titãs Nando Reis. Bem, eu comprei o tênis quando meu filho precisou de um par para o futsal dele, no meio da procura achei este par vermelho, ficou perfeito no pé, então, o levei. Não sabia que ele iria ser motivo de críticas.
Ele já esta desbotando. Mas desde o início que meu irmão e um casal de sobrinhos encasquetam quando veem em meus pés o All Star vermelho. Eles me repreendem dizendo que não combina comigo, que não tenho mais idade para usá-lo. Pergunto-me, o estatuto das pessoas adultas tem algum artigo restringido o uso de determinadas roupas ou calçados? Se tem, avisem-me, pra eu me ajustar às normas da boa vizinhança e de etiqueta pós-moderna.
O senso comum é algo engraçado. Às vezes, ou na maioria das vezes o praticamos sem nos darmos conta de que em nossas ações e falas concebemos preconceitos com valores fechados em determinados tradicionalismos. Não me sinto ofendido, mas sempre reflito. Será que alguém vai impedir as mulheres evangélicas de praticar exercícios físicos em praças públicas só porque elas em geral não usam shorts, e sim, saias longas? Esteticamente não é correto, mas é a cultura delas que esta ali impressa. 
Vou me apropriar um pouco da poesia de Nando Reis para dar mais leveza a esta narrativa, um detalhe particular meu. Logo eu que sou atemporal. Na canção ele relata detalhes da pessoa amada e das coisas que ele gosta nela. Em determinado trecho: “estranho seria se eu não me apaixonasse por você... O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário, estranho é gostar tanto do seu All Star azul, estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador, aperto o 12 que é o seu andar, não vejo a hora de te encontrar e continuar aquela conversa que não terminamos ontem (...)”.
Com meu irmão o All Star vermelho em meus pés causa sentimento adverso ao da canção. Talvez por ele não ser azul. Ele acredita que a partir de determinada idade de vida as pessoas têm que seguir uma regra como a maioria das pessoas faz. Eu penso diferente, acredito e procuro mostrar para mim mesmo que as pessoas têm que fazer as coisas que lhes fazem bem, usar na medida do possível coisas que lhes motivem satisfação e lhes tragam sensações e fluídos positivos.
É bem provável que meu irmão surte se eu lhe disser que já estou de olho em outro par que vi na vitrine de uma loja aqui em Castanhal. Ele é estilizado em papel jornal. Será uma justa homenagem à minha profissão. Pode ser que assim eles relevem o meu gosto pelo uso de tênis esportivo. Sem exageros, claro!
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 Uma homenagem ao meu irmão Ivo Gomes, aos sobrinhos Sávio e Luma Moraes, meus críticos de moda e   comportamento. Minha moda e não seguir o que é moda, o que é tendência. Mania minha.