quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Reportagem_16_09_2015

13% dos brasileiros usam conexão de terceiros, compartilhamento aumenta à medida que a renda diminui
 
De acordo com a pesquisa TIC Domicílios divulgada nesta terça-feira (15), pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), 13% dos brasileiros utilizam como ponto de acesso a conexão de terceiros. E o mais comum é o vizinho. E dá para se dimensionar bem a situação revelada na pesquisa, em municípios como Santa Izabel, por exemplo. A cidade fica na região metropolitana de Belém, e todas as secretarias municipais e a biblioteca pública disponibilizam Wi-Fi grátis aos frequentadores.
A pesquisa foi elaborada metodologicamente por meio de entrevistas com moradores de 19 mil domicílios em mais de 350 municípios de todo o Brasil, entre outubro de 2014 e março de 2015.
Outro dado interessante da pesquisa é que os pesquisadores não questionaram se a conexão compartilhada é autorizada ou não. Mas, durante a abordagem foi constatado que a prática é mais comum entre pessoas que moram nas regiões Nordeste (22%), Centro-Oeste (10%), Norte e Sudeste (ambos com 11%) e Sul (12%).
Contudo, quando o aspecto analisado é a renda familiar, o índice de adeptos da conexão compartilhada aumenta conforme o dinheiro diminui. Os domicílios com renda de até um salário mínimo chegam a 18%, enquanto em casa com renda de mais de dez salários mínimos é de 6%. Portanto, não há tanta disparidade quando o critério analisado é a classe social.
Essa prática vem se tornando cada vez mais frequente por conta da mobilidade, afinal, os aparelhos de celular são inseparáveis. Eles estão presentes em 76% dos domicílios pesquisados, seguido dos computadores de mesa (54%), notebooks (46%), tablets (22%).##THO HG

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Reportagem da semana_12_09_2015

Polícia Civil desarticula quadrilha que fraudava CNH no Pará


A Polícia Civil continua as investigações que até agora já mandou 22 pessoas para a cadeia, todas envolvidas na fraude da emissão de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no Estado. Mais uma incursão foi realizada ontem, dia 10, e redundou na prisão de mais 11 pessoas suspeitas de envolvimento em esquema de fraudes.
Segundo informações da Polícia Civil (PC), as prisões fizeram parte da segunda fase da Operação "Galezia", que teve início no dia 20 de agosto em parceria com o Departamento de Trânsito do Pará (Detran-Pa), Ministério Público Estadual, e é realizada em oito cidades do Pará, e também no Tocantins.
Ainda de acordo com a PC outras 25 pessoas, entre servidores públicos do Detran-Pa, ex-servidores, filhos de servidores, despachantes e donos de autoescolas, são investigados e serão indiciados no inquérito policial. E que ainda outras quatro pessoas continuam foragidas. A Justiça determinou o afastamento das funções dos servidores do Detran-Pa suspeitos de envolvimento no esquema pelo prazo de até 30 dias.

Como tudo começou...
As investigações iniciaram com o levantamento feito pela Corregedoria do Detran, que constatou o número de 28 mil processos de transferências domiciliares de Tocantins ao Pará de pessoas que pediram mudança de jurisdição do documento de habilitação sob alegação de mudança de endereço. Metade dos pedidos verificados, eram para cidades do Sul do Pará, principalmente Redenção e Xinguara. Todos tiveram os documentos de habilitação expedidos.
Por conta disso, a operação foi realizada em Redenção, Xinguara, Conceição do Araguaia, Santana do Araguaia, Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu e Tucumã, sudeste do Pará; em Paragominas, no Nordeste do Estado, e na cidade de Pedro Afonso, em Tocantins. Do total de presos até agora, sete são servidores públicos dos Ciretrans do Pará, dois são donos de Centros de Formação de Condutores e uma psicóloga dona de uma clínica em Pedro Afonso.

Como funcionava...
O esquema começava em outros estados, principalmente no Tocantins, que enviavam para as circunscrições de trânsito do Pará processos de expedição de carteira de motorista de pessoas que, segundo a quadrilha, estariam se mudando para o sul do estado.
As pessoas que seriam beneficiadas pela fraude apresentavam comprovações de exames médicos e psicológicos, supostamente feito em outros estados, que eram enviados para o Pará junto com comprovantes de residência forjados, para obter a carteira de habilitação. Centros de Formação de condutores também participavam do esquema, expedindo certificados falsos de conclusão do curso de habilitação.
Com estes documentos, os servidores das circunscrições do estado expediam certificados que comprovavam que as pessoas haviam feito as provas teóricas e práticas de direção veicular sem a presença dos candidatos.##THO HG

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Esse rio é minha rua!  


Com o passar do tempo, as coisas se modificam. Transformando paisagens, pensamentos, comportamentos, as coisas... O rio Apeú - que empresta nome ao Distrito, com mais de cem anos de história - já foi navegável, por onde circulavam pessoas, mercadorias etc.
Hoje, praticamente limitado a um córrego. Em alguns trechos, seu nível não ultrapassa um palmo. Entretanto, em tempos de calor com sensação térmica beirando os 40 graus (como vem ocorrendo agora, ainda tem serventia para os frequentadores, que buscam refúgio nas águas geladas para amenizar o calor).
Durante seu curso, ainda se pode encontrar uma vegetação densa e variada, que combinada à água fria, ainda é capaz de proporcionar momentos de descontração e alívio, ou mesmo, de contemplação à natureza, principalmente aos fins de semana e feriados.

Neste pequeno ensaio, algumas cenas do rio, da vegetação e das pessoas aproveitando o pouco que ainda resta. Que ele tenha vida longa, ou a mesma função como na poesia musicada por Paulo André e Rui Barata, interpretada por Fafá de Belém: esse rio é minha rua, minha e tua (...), e porque não reforçar, enquanto existir, tão somente NOSSO!##THO HG

sábado, 5 de setembro de 2015

CRÔNICA DA SEMANA_05_09_2015

O “salvador da pátria” prepara seu retorno
Lula, enquanto presidente, sempre foi hostilizado pelos jornalistas, em geral, por conta das declarações incoerentes e recheadas de gafes, atropelos à língua portuguesa etc. Cá pra nós: relevável, pois, diante do que estamos assistido e acompanhado nos últimos meses, em Brasília, digamos que as peripécias de Lula viraram fichinhas, em determinados casos, até insignificantes...
É cômico e ao mesmo tempo trágico. Afinal, toda tragédia que se presa tem que fazer vítimas, para se justificar. As crises, a inflação, a recessão estão aqui, massacrando os brasileiros outra vez, ou quase todos, e para tampar os rombos da dívida pública, uma solução fantástica e inovadora do governo: aumentar impostos, a carga tributária. Dando pano às mangas para a queda de braço envolvendo os ministros da Fazenda e do Planejamento. É crise interna? Não é crise? Ministro sai? Ministro fica? Declarações prós e contra!
Brasília pauta o restante do país. De certa forma, as decisões tomadas ou não, afetam a vida dos brasileiros, a exemplo da moral e os bons costumes. Sim, bons costumes. Em meio a uma avalanche de escândalos e crises política e econômica, um grupo de deputadas se sentindo incomodadas com o uso indiscriminado de minissaias e decotes na Câmara, quer lançar projeto para coibir a indecência: uma espécie de código de vestimenta. Hilário! Andar com dinheiro público na calcinha, pode; com decote, não!
A pérola da semana ainda vai repercutir por muitos dias, devidamente protagonizada por nada menos que a mãe do PAC, programa que se encontra travado no momento. A presidente Dilma em discurso ao MST, no Rio Grande do Sul, reconheceu que demorou perceber que a crise é mais grave do que imaginava. Como assim, não imaginava? Onde ela estava durante esse tempo?
A dança das intrigas balança o planalto: mais lenha para aumentar a labareda da fogueira foi colocada com a declaração do vice-presidente Michel Temer. Ele afirmou que com a baixíssima popularidade, será difícil a presidente Dilma Rousseff chegar ao fim de seu mandato. A reação foi imediata.
Por conta desse e outros tantos casos cresce o movimento oposicionista pró-impeachment no Congresso, dentro e fora de Brasília. Michel Temer e o seu PMDB preparam o tiro de misericórdia. Até quando a presidente Dilma e o PT vão resistir?
Palavras têm peso, e quem sabe disso, sabe que a memória é uma boa ferramenta para se rebuscar fatos que implicam com algo ou alguém na história em determinados contextos. Por exemplo, seis meses antes de deixar o comando do país, após dois mandatos consecutivos, Lula dava detalhes sobre sua sucessora, em entrevista a revista IstoÉ. Chegando a defini-la como um “animal político não trabalhado”. Animal que ele lapidou à sua imagem e semelhança. Faltando pouco mais de três anos e meio para o fim do segundo mandato de sua pupila Dilma Rousseff, o que aconteceu para que o país se desalinhasse politico e economicamente? Faz parte do planejamento de Lula, o adestrador de políticos?
Mesmo com seu nome aparecendo nas investigações da Polícia Federal, Lula, o herói nacional e pai dos pobres, ainda ostenta de prestígio e popularidade política, por conta desses e outros indicadores favoráveis, ele prepara mais um grande espetáculo: seu retorno à vida pública. Aí, residem algumas dúvidas: o país resistirá à permanência do PT no poder por mais quatro anos? O que totalizaria 20 anos. O PMDB e um imenso contingente de cidadãos insatisfeitos e decepcionados avaliam de que maneira a mais esse jogo de cena que a política nacional protagoniza?
Desafios à vista: mudança ou continuísmo? 
Eis a questão!


Por Haroldo Gomes

terça-feira, 25 de agosto de 2015

CRÔNICA DA SEMANA_25_08_2015

Um por todos, e todos pelo PMDB! 

A trágica e surreal Lei de Murphy (que vitimou o próprio criador) parece ter tocado definitivamente o coração do vice-presidente da República Michel Temer. Logo ele, um dos mais influentes caciques peemedebistas da atual conjuntura política. Tanto que veio a público pedir ajuda, pedir a união de seus pares no Congresso. Tudo em nome da harmonia, de uma trégua às crises política e econômica, em nome do bem do país.
E na prática, o que isso quer dizer?
Quem conhece o valor da reciprocidade entende que quem quer o bem de alguém ou de uma coletividade faz por onde; não o contrário do que está meramente falando, como fez o vice-presidente. Ou seria o mais óbvio dos paradoxos? Até porque desdobramentos deste tipo são inerentes ao MDB. Isso mesmo, àquele mesmo desde a ditadura militar, que em 1977 ganhou o P. Após a redemocratização provou e demonstrou como não se governa, como não se faz. O ex-presidente José Sarney foi o grande expoente da única vez em que a legenda esteve no comando do país.
Fato é que o PMDB de Temer, de Calheiros, de Cunha, entre outros caciques, está “arredio” com o governo petista e com a governabilidade. Mirando interesses próprios, mais espaço e cargos políticos. É o fisiologismo clássico se fundindo com a relação inimiga necessária.
Renan e Cunha, senador e deputado, respectivamente, travam disputas e vaidades veladamente. O segundo perdeu um pouco de seu fôlego ao ter seu nome citado nas investigações da Lava Jato. As duas Casas empurram para baixo do tapete aquilo que lhes convém. Uma das demonstrações foi a contundente exclusão dos coleguinhas da estrela vermelha das Comissões Parlamentares de Inquéritos – CPIs e a iminente ameaça de trazer à tona verdades que o povo já até imagina, mas que precisam ser reveladas, a exemplo do caso BNDES. Sem contar a tal “pauta-bomba” que vem colocando lenha na fogueira e aumentando a animosidade entre petistas e peemedebistas.
Temer definiu o suposto clima de instabilidade de “crise desagradável”. Muita bondade de sua parte para com seus próceres. As crises e seus reflexos, a que atingiu o bolso do brasileiro de baixa e média renda, que reduziu o poder de compra e de consumo, que se traduz em desempregos, em altas taxas de juros, essa crise sim, já atingiu essas e outras classes. Essa, sim, é desagradável e precisa mais que urgentemente de ação, de uma solução; não de discursos demagogos.
De 1994 para cá o PMDB colocou como mandamento primeiro a premissa de que melhor do que ter candidato é estar ao lado de quem venha a vencer. Seja qual for o lado, a regra do jogo é essa. O PMDB apoiou FHC (PSDB). Com Lula já eleito, passou a namorá-lo antes mesmo da posse, permanecendo na aliança até hoje. Porém, nos dois mandatos de Dilma Rousseff passou a exerceu sua maior peculiaridade: dividir para confundir e, enfim, reinar. O seu poderio não deixa dúvidas disso. A sigla tem 17 senadores, ou seja, quase 25% da Casa. Além de 66 deputados federais na Câmara. Comanda 7 estados e 6 ministérios. Tem 1.024 prefeitos, e 7.825 vereadores. A tradução literal do partido: muito grande e influente. Porém, sua façanha é representar suas próprias conveniências.
Colocar Michel Temer para a articulação política do governo com os demais partidos foi como colocar o coelho para tomar conta da plantação de cenouras. O hilário disso tudo é que o próprio Lula, quando ainda era presidente já sabia muito bem das virtudes do parceiro (in)desejado. Chegando a declarar que “SEMPRE, qualquer que seja o governo, terá que trabalhar com o PMDB”.
Desgastado pela falta de apoio da presidente Dilma e de alguns ministros, Temer ameaçou deixar o cargo na semana passada, concretizando sua saída da função nesta segunda-feira (24). Apesar da encenação cômica, eles se merecem. Certo mesmo é que por enquanto o PMDB come pelas beiradas mirando o papel principal. Alguma dúvida?
Por Haroldo Gomes

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Crônica da semana_12_08_2015

Sobressaltados!

A violência urbana é um “fantasma” real que não se sabe quando, onde e hora vai nos provocar susto, raiva, desespero, insegurança, sensação de impotência. Sabe-se que em potencial todos estamos suscetíveis a nos tornarmos, cedo ou tarde, vítimas dela, e entrarmos para as estatísticas. Que cresce avassaladoramente a cada instante...
Refiro-me às estatísticas em grosso modo, não a das polícias e órgãos de segurança pública. Afinal de contas, a maioria da população já criou o senso de que não dá em nada mesmo registrar ocorrência; até porque talvez não dispunha de tempo e paciência suficientes para ir a uma delegacia formalizá-la. Na maioria das vezes, fica por isso mesmo.
Até existem locais definidos como áreas de riscos. Porém, assaltos hoje em dia acontecem no atacado em qualquer lugar, a qualquer hora do dia ou da noite: na parada de ônibus; dentro de universidades; em lojas; na rua e até na frente de casa. Quem já adquiriu o cartão fidelidade vítima de assaltos ironiza a situação afirmando que tem que andar com a taxa do “pedágio”; para quem teme a reação violenta dos ladrões e sabe que pode ser ainda mais danosa, caso não tenha nada para ele nos subtrair.
Quem já foi vítima seguidas vezes, certamente já desenvolveu técnicas para tentar amenizar o drama na hora da abordagem dos larápios. Coisas do tipo: andar com dois celulares, sendo que o possante vai dentro da cueca, ou da calcinha, aquele mais velho, já desgastado, fica à mostra e é logo surrupiado; andar com bolsa e muitos objetos nem pensar! Ah, sim, sempre que tiver o trocadinho, deixe-o separado direto no bolso, para facilitar!
Fugir é quase impossível! Ficar em casa é tornar-se prisioneiro. Cada um procura e desenvolve maneiras de tentar amenizar a situação. Depois das câmeras de filmagens e sua tradicional frase de efeito: “Sorria, você está sendo filmado”, agora, casas e comércios são gradeados; seguranças armados a postos; alarme; cercas elétricas e para quem tem capital para investir, até porta giratória com detector de metais estão sendo instaladas em pequenos comércios. Isso mesmo! Para comprar um quilo de açúcar, a partir de agora, na quitanda do seu país do futuro, objetos de metais nem pensar, ou não vais passar e ter que ir comprar em outro lugar. Que pode ser a quitanda do seu país de todos!
Cada contexto tem roteiro próprio. Diferentemente de outras épocas, inclusive de crise econômica, como agora. O diferencial é que no momento a vida parece ter perdido seu sentido, seu valor, isso, claro, na visão dos ladrões, que além de roubar, matam suas vítimas (latrocínio). Desfechos deste tipo são cada vez mais comuns durante assaltos, mesmo quando as vítimas não esboçam reação alguma, acabam sendo mortas, atiradas ou esfaqueadas...
Tanta violência, tantos assaltos alimentam as páginas dos jornais adeptos do gênero noticioso; seguem este caminho as rádios, as emissoras de TV e o web jornalismo. Midiaticamente, reproduzem a máxima de que a violência gera mais violência. Do contrário, virou espetáculo!
Se tem um lugar onde todo nós, cidadãos de bens, nos encontramos neste contexto, esse lugar é a esfera pública dos sobressaltados. Está é a palavra mais apropriada para definir o momento. O verbete, segundo o dicionário da Língua Portuguesa, quer dizer: estupefato, pasmado; aflito, inquieto. Além disso, tem como sinônimos: alarmado, desassossegado e inquieto. Então, precisa dizer algo mais?
Publicado no jornal A TRIBUNA DE CASTANHAL, ED 276 - na Coluna Apêndice, página 3.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Reportagem_30_07_15

VERÃO, FÉRIAS: adeus que nada!     
             
Embora o mês de agosto comece somente neste sábado, dia 1°. Muita gente se recusa dizer adeus ao período de férias escolares, afinal, a rotina das aulas só retorna às atividades na segunda (3). Todavia, para quem ainda tem dinheiro no bolso e disposição ainda há pela frente mais um fim de semana para aproveitar o clima quente, atrativo e mais que propício para buscar diversão nas muitas praias no litoral paraense, além das centenas de balneários de água doce que banham a região.
            
Opção
Para quem gosta de tranquilidade, uma ótima opção é a praia da Curvina, em Salinópolis, no Nordeste paraense. São mais de três mil metros de orla à beira mar, espaço à vontade para brincar, se bronzear, apreciar o clima do mangue, o verde das árvores, o silêncio, diante de muita água fria e altas ondas. Todo esse privilégio se da por conta de que no local não há acesso de veículos, além disso, os banhistas tem que caminhar por cerca de 300 metros, que compreende a ponte de acesso sobre o mangue e mais uma faixa de areia, e pronto. O resto é diversão garantida!
Se por um lado a distância e ter que carregar os apetrechos necessários até à margem são encarados como problemas, ao chegar lá, a visão privilegiada e recompensadora. No local, há serviço de restaurantes, oferecido pelos barraqueiros, além de bebidas e sucos.
Ao contrário da praia do Atalaia, onde carros e motos circulam tranquilamente em meio aos banhistas, e ainda poluem sonoramente o ambiente com a barulheira produzida pelos carros-som, na Cruvina, o DJ é a natureza e a música que lidera as paradas de sucesso é o barulho do vento quebrando as ondas e nos rostos que quem ali vai procurar descanso, tranquilidade e aproveitar a natureza.
No final de semana passado, considerado o último, a movimentação foi tranquila, de pouca gente. Se você vai seguir para lá, o clima está mais que propício, segundo o site clima tempo, a previsão é de temperaturas elevadas para os próximos dias: a mínima é de 16° e a máxima varia de 29° a 30°. Agora é pegar a estrada.  Boa viagem. Ah, se beber, não dirija. Aproveite.##THO HG